Pesquisar

VEREADORES DA OPOSIÇÃO VOTAM CONTRA APOIO A MÃES TRABALHADORAS E CRIANÇAS DURANTE O RECESSO ESCOLAR

publicidade

Enquanto muitas famílias de Nova Guarita se preocupam todos os anos com a mesma pergunta “com quem vou deixar meu filho durante o recesso escolar?” Três vereadores da oposição decidiram votar contra um projeto criado justamente para ajudar essas pessoas.

Na última sessão da Câmara Municipal, os vereadores Solange Zarth (Portelinha)-MDB, Cesar Alves-MDB e João Carlos Ribeiro Campos (Canu)-MDB votaram contra o Projeto de Lei nº 1065/2026, que cria o Programa Municipal de Apoio à Família durante o Recesso Escolar (PAFRE).

O programa foi desenvolvido para atender crianças durante os 15 dias de recesso de julho, oferecendo um ambiente seguro e supervisionado para filhos de pais que precisam continuar trabalhando. A maioria dessas famílias é formada por mães que trabalham no comércio, como diaristas, domésticas, atendentes e outras profissionais que não podem simplesmente faltar ao serviço porque a escola está fechada. Uma demanda que o Prefeito Edinho da Bonanza ouviu e buscou atender.

Mas, para os vereadores da oposição, isso não foi suficiente.

Leia Também:  Proposta de R$ 30 milhões do Estado é aceita pela Santa Casa

Durante a discussão do projeto, a vereadora Solange Zarth afirmou que a iniciativa supostamente teria problemas legais e chegou a dizer que poderia denunciar a prefeitura ao Ministério Público caso a lei seja sancionada. A justificativa apresentada foi que o programa não atenderia todos os alunos da mesma forma e que não haveria transporte escolar para crianças da zona rural durante o período de recesso.

O problema é que, na prática, essa posição acaba punindo justamente quem mais precisa.

Em vez de apoiar uma medida que ajudaria dezenas de famílias imediatamente, os vereadores preferiram inventar obstáculos jurídicos que na prática não existem e levantar discussões burocráticas enquanto pais e mães continuam enfrentando dificuldades reais para cuidar dos filhos durante o período em que as escolas estão fechadas.

A pergunta que fica é simples: o que é melhor para a população? Ajudar quem precisa agora ou impedir que ninguém seja atendido porque não é possível atender todos ao mesmo tempo?

Na prática, a posição adotada pela oposição segue a lógica do “se não for perfeito, não pode existir”. E quem paga a conta dessa decisão não são os políticos. São as famílias trabalhadoras.

Leia Também:  Programa Jovem Aprendiz completa 30 dias na ALMT e impacta vida de participantes

Enquanto a gestão municipal busca alternativas para dar suporte às crianças e tranquilidade aos pais durante o recesso escolar, parte da Câmara escolheu o caminho da crítica e da rejeição.

O voto contrário de Solange, Cesar Alves e Canu ficará registrado. E também ficará registrada a pergunta que muitas mães trabalhadoras poderão fazer: quando surgiu uma oportunidade de ajudar nossas famílias, de que lado cada vereador escolheu ficar?

Compartilhe essa Notícia

publicidade

publicidade