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Pivetta: visita ao PR “abriu horizontes”; a gestão estuda alternativas para o BRT em Cuiabá e Várzea Grande

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O vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos) afirmou que a visita que fez a Curitiba para conhecer novos sistemas de transporte público abriu “novos horizontes”. Segundo ele, o governador Mauro Mendes (União) deve anunciar em breve quais medidas serão adotadas.

Fizemos uma visita muito importante, que nos abriu muitos horizontes, e o governador vai anunciar em breve o que será feito.

Pivetta esteve na capital paranaense na terça-feira (14), acompanhado dos secretários Rogério Gallo (Fazenda) e Marcelo de Oliveira (Infraestrutura), para conhecer tecnologias consideradas inovadoras na área de mobilidade urbana.

“Nós fomos a Curitiba a pedido do governador Mauro Mendes. Fomos eu, o secretário Gallo e o secretário Marcelo Padeiro. Fizemos uma visita muito importante, que nos abriu muitos horizontes, e o governador vai anunciar em breve o que será feito”, afirmou à imprensa nesta quarta-feira (15).

Um dos sistemas apresentados foi o Bonde Urbano Digital (BUD), o primeiro da América do Sul. O modal utiliza tecnologia chinesa de transporte coletivo sem trilhos, desenvolvida pela empresa CRRC Nanjing Puzhen, e combina inovação, sofisticação, sustentabilidade e baixo custo operacional.

Especula-se que o novo modal possa substituir o BRT em Cuiabá e Várzea Grande. Questionado sobre essa possibilidade, o vice-governador afirmou que a decisão caberá ao governador.

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“O governador vai anunciar quando for conveniente, quando tiver decidido alguma coisa. Nós apenas fizemos uma visita técnica, trouxemos informações, e é isso que posso falar por enquanto”, disse.

Governo estuda alternativas

O governador Mauro Mendes também foi questionado nesta quarta-feira sobre a possibilidade de o Estado adotar o BUD no lugar do BRT. Ele evitou adiantar detalhes, mas admitiu que a gestão estuda alternativas.

“O governo está estudando. Eu autorizei que fosse feita essa viagem para avaliar opções. Não gosto de falar de nada antes que esteja 100% definido. É óbvio que o governo está estudando alternativas para tomar as melhores decisões”, afirmou.

“Como ainda não há nada conclusivo, não gosto de ficar conjecturando sobre essas alternativas”, completou.

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