Apoio do Podemos passa a ser cobiçado na corrida pelo governo e Max Russi reforça construção coletiva.
O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, o deputado estadual Max Russi, voltou a demonstrar o peso político que conquistou no Estado ao afirmar que mantém diálogo aberto com todas as lideranças do campo de centro-direita que já se movimentam de olho na disputa pelo Governo de Mato Grosso em 2026.
Além de comandar o Legislativo estadual, Russi também preside em Mato Grosso o Podemos, partido que ganhou força nos últimos anos e passou a ocupar posição estratégica nas articulações eleitorais. Com esse novo cenário, a legenda se tornou alvo de interesse de diferentes pré-candidatos ao Palácio Paiaguás.
Entre os nomes que já aparecem no tabuleiro político estão o vice-governador Otaviano Pivetta, o senador Wellington Fagundes e o também senador Jayme Campos. Todos buscam ampliar suas bases e enxergam no Podemos um aliado importante para a construção de um projeto competitivo.
Diante desse cenário, Max Russi tem adotado um tom conciliador e afirma que o momento ainda é de diálogo e construção política.
“Eu converso com todo mundo, tenho amizade com todos. Acho que agora é hora do diálogo, da construção”, afirmou em entrevista ao Jornal do Meio Dia.
Segundo ele, o relacionamento com as principais lideranças do Estado permite que as conversas avancem de forma respeitosa, sem decisões precipitadas neste momento. A definição de eventual apoio, conforme o parlamentar, será resultado de um entendimento coletivo dentro do partido.
Nos bastidores, uma das articulações que mais chamou atenção envolve a prefeita de Jaciara, Andréia Wagner, que também integra o Podemos e foi convidada para compor como vice em uma eventual chapa majoritária liderada por Jayme Campos.
Max Russi afirmou que vê com orgulho o reconhecimento ao trabalho da prefeita, destacando sua expressiva reeleição e a gestão que vem realizando no município. No entanto, fez questão de ressaltar que qualquer decisão sobre disputar ou não um novo cargo caberá exclusivamente a ela, já que uma eventual candidatura exigiria renúncia ao mandato.
Mesmo assim, o presidente da Assembleia deixou claro que apoiará integralmente a escolha da esposa, reforçando que os convites recebidos são reflexo do trabalho político e administrativo construído ao longo dos últimos anos.
“Particularmente fico feliz pela minha esposa. Ela foi reeleita com 80% dos votos, vem fazendo uma grande gestão. É uma mulher forte, empoderada e uma boa gestora”, afirmou.
“Tenho falado que essa decisão é única e exclusiva dela, porque renunciar ao mandato também não é fácil. Ela tem muitos projetos em andamento”, disse.
Max Russi ponderou que apoiará decisão tomada pela esposa.
“Esses convites são fruto desse trabalho que ela vem fazendo ao longo desses anos. Aquilo que ela decidir terá meu apoio total”, afirmou.
Enquanto o cenário eleitoral ainda começa a se desenhar, Max Russi segue se consolidando como uma das principais lideranças políticas de Mato Grosso, atuando como articulador e peça-chave nas futuras composições que devem definir os rumos da disputa estadual.
























