Pesquisar

Abilio reafirma que Bolsonaro definiu Zé Medeiros como candidato ao Senado e aponta Mauro ou Galvan para segundo voto

publicidade

Prefeito de Cuiabá relata conversa com o ex-presidente e afirma que, para a segunda vaga, Bolsonaro indicava Mauro Mendes ou Antonio Galvan.

Uma das principais lideranças conservadoras de Mato Grosso e com trânsito direto no núcleo duro do bolsonarismo, o prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), mandou um recado ao eleitorado de direita neste sábado (26) ao tratar da disputa pela
duas vagas para o Senado Federal.

Em conversa com a imprensa no interior do estado, Abilio reforçou que o primeiro voto e a prioridade da direita é eleger Zé Medeiros (PL). Já a segunda vaga para o Senado, o prefeito carimbou o selo de confiança bolsonarista no ex-governador Mauro Mendes (União Brasil) e no produtor rural Antonio Galvan (Avante).

Para Abilio, o segundo voto não pode ser encarado como figurativo ou de menos importância, uma vez que é necessário escolher nomes que cheguem ao Senado Federal alinhados às pautas da direita e com coragem de enfrentar os excessos por parte de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).

Leia Também:  Secretaria de Educação reúne gestores de escolas militares e cívico-militares para padronizar protocolos e fortalecer gestão

“Se o povo não votar conscientemente é capaz de entrar um esquerdista no segundo voto. Então nós não podemos deixar isso acontecer”, frisou Abilio.

O prefeito revelou que a indicação de Mauro Mendes e Antonio Galvan reflete diálogos mantidos diretamente com o ex-presidente Jair Bolsonaro antes dele ser preso por determinação do ministro Alexandre de Moraes.

“Olha, quando eu estive com o Bolsonaro, antes dele ser perseguido politicamente, preso da forma que foi, a gente estava conversando sobre o cenário político em Mato Grosso. Naquela ocasião, ele disse que o José Medeiros era seu candidato ao Senado e que o segundo apoio seria o Mauro Mendes ou Galvan”, relatou o prefeito.

Na avaliação de Abílio, os candidatos ao Senado Carlos Fávaro (PSD) e Janaína Riva (MDB) representam a esquerda da disputa e não terão coragem de pedir o impeachment de ministros do STF.

Compartilhe essa Notícia

publicidade

publicidade