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Desvio de Recursos em Tangará da Serra

Presidente da ADIN de Tangará da Serra foi preso por desvio de R$ 2 milhões na Operação Neurodivergente

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A prisão de Rui Alberto Wolfart ocorreu nesta última semana  de março, durante a Operação Neurodivergente.
Policiais encontraram um revólver calibre .38 com cinco munições em sua residência, o que resultou em flagrante por posse ilegal de arma.
O escândalo envolvendo a ADIN
A ADIN, que atende mais de 500 crianças neurodivergentes, recebeu R$ 2 milhões da prefeitura nos primeiros três meses de 2025. “Os recursos deveriam beneficiar crianças com necessidades especiais, mas há indícios de que foram usados para outros fins”, afirmou o delegado Gustavo Espindula. A investigação, iniciada em outubro de 2024 após denúncia anônima, apura corrupção, peculato e organização criminosa.

Avanços da Operação Neurodivergente

Além da arma, a polícia apreendeu celular, CPU, notebook e documentos na casa de  Rui Alberto Wolfart.

Seis mandados de busca foram cumpridos, com bens sequestrados e contas bloqueadas.

Repercussão e futuro

Impacto nas Famílias e o Futuro da ADIN

Em Tangará da Serra, a notícia caiu como um golpe.

Famílias que dependem da ADIN para terapias e apoio agora temem pelo futuro.

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Como uma entidade criada para ajudar crianças vulneráveis virou cenário de desvios milionários?

Conduzido à delegacia sem algemas, ele relatou dificuldades de locomoção.

Após audiência de custódia, o juiz estipulou a fiança de R$ 75,9 mil, valor pago rapidamente, garantindo sua soltura.

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