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O deputado estadual Dilmar Dal Bosco confirmou que deixará, ainda neste mês, a função de líder do Governo na Assembleia Legislativa de Mato Grosso. A previsão é que a transição ocorra entre os dias 30 e 31 de março, período em que o atual governador Mauro Mendes deve deixar o comando do Palácio Paiaguás para que o vice-governador Otaviano Pivetta assuma a chefia do Executivo estadual.
Dal Bosco explicou que sua saída ocorre de forma natural, acompanhando a mudança na condução do Governo do Estado. Segundo ele, o papel desempenhado ao longo dos últimos anos foi marcado pela articulação política e pela construção de diálogo entre o Executivo e o Parlamento.
“Acredito que cumpri minha missão com responsabilidade. Sempre atuei com lealdade ao governo e ao governador Mauro Mendes, buscando ajudar na tramitação dos projetos importantes para Mato Grosso”, afirmou o deputado.
Durante o período em que esteve na liderança, Dal Bosco atuou como principal interlocutor do Executivo dentro da Assembleia, conduzindo negociações e defendendo propostas do governo junto aos parlamentares. O deputado destacou que a relação com o governador sempre foi pautada pelo respeito e pela confiança.
Mesmo deixando a função, o parlamentar garantiu que continuará apoiando iniciativas que contribuam para o desenvolvimento do Estado. “Minha posição de apoio ao governo permanece. A lealdade sempre fez parte da minha trajetória política”, pontuou.
Escolha do novo líder
Com a saída de Dal Bosco, caberá ao novo governador definir quem assumirá a liderança do Governo no Legislativo. O próprio deputado ressaltou que essa decisão é uma prerrogativa exclusiva do chefe do Executivo.
Entre os nomes que podem assumir a função, Dal Bosco citou parlamentares com forte atuação na base governista, como Nininho, Diego Guimarães, Valmir Moretto e Carlos Avallone.
Na avaliação do deputado, o futuro líder deverá manter diálogo constante com os parlamentares e ter alinhamento político com o governo, especialmente diante do novo momento administrativo que se inicia no Estado.
A mudança na liderança marca mais um capítulo da reorganização política no Palácio Paiaguás e deve influenciar a dinâmica entre Executivo e Legislativo nos próximos meses.




















