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BRT será entregue na gestão Mauro Mendes garante líder do Governo na ALMT

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Deputado Dilmar Dal Bosco reafirma compromisso da atual gestão com a conclusão das obras em Cuiabá e Várzea Grande

O deputado estadual Dilmar Dal Bosco (União Brasil), líder do governo na Assembleia Legislativa de Mato Grosso, garantiu que o sistema de transporte Bus Rapid Transit (BRT) será entregue durante a gestão do governador Mauro Mendes (União Brasil). Segundo o parlamentar, mesmo com os atrasos nas obras e o rompimento de contrato com o consórcio responsável, o compromisso com a população será mantido.

“O governador tem todo um compromisso com o estado de Mato Grosso de entregar o BRT”, declarou Dilmar à imprensa nesta quarta-feira (1º). Ele lembrou que os problemas relacionados ao modal começaram ainda em 2012, quando o projeto original do BRT foi substituído pelo Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), posteriormente abandonado após um investimento de mais de R$ 1 bilhão.

O retorno ao projeto do BRT foi anunciado pelo governo estadual em dezembro de 2020, após o VLT ser considerado inviável técnica e financeiramente. Em 2021, o edital foi lançado com prazo de dois anos para conclusão das obras.

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Rompimento de contrato e atrasos

O Consórcio Construtor BRT, contratado em 2022 ao custo de R$ 468 milhões, ficou responsável pela implantação de corredores, estações e terminais do modal em Cuiabá e Várzea Grande. No entanto, diante dos atrasos e descumprimento de prazos, o Governo do Estado rescindiu o contrato em março deste ano.

Após o rompimento, o consórcio permaneceu com a responsabilidade de concluir apenas parte dos corredores em determinados trechos, com prazo inicial de 150 dias. O período foi prorrogado por mais 54 dias e se encerra nesta quinta-feira (2).

Dilmar Dal Bosco também comentou sobre a possibilidade de Mauro Mendes deixar o cargo em março de 2026 para disputar uma vaga no Senado. Segundo ele, mesmo nesse cenário, a entrega do BRT está garantida.

“O governo do Mauro Mendes e do Otaviano Pivetta vai entregar o BRT”, afirmou o deputado, citando o vice-governador que deve assumir o comando do Executivo estadual, caso Mendes se afaste.

Na última semana, o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Max Russi (PSB), defendeu a aplicação de multa ao consórcio responsável pelas obras, devido ao não cumprimento do cronograma. Entre os trechos com pendências estão os da Avenida do CPA, entre o CREA e a Defensoria Pública, e entre o Viaduto da Sefaz e o Hospital do Câncer.

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Dilmar, por sua vez, reforçou que os problemas enfrentados atualmente são reflexos de decisões equivocadas tomadas há mais de uma década. “Demorou-se muito por briga jurídica e o Governo do Estado definiu pelo BRT. Eu acho que o Governo do Estado vai entregar o BRT”, concluiu.

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