Uma tragédia abalou moradores do Residencial Celestino Henrique Pereira, no bairro Jardim dos Estados, em Várzea Grande, neste domingo (15). Um bebê de apenas 1 ano, identificado pelas iniciais B.H.R.S., morreu após se afogar na piscina da própria residência.
De acordo com informações preliminares, a criança foi socorrida por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência e encaminhada ao Pronto-Socorro de Várzea Grande. Apesar do atendimento rápido e de todos os esforços da equipe médica, o óbito foi confirmado na unidade hospitalar.
O caso causa comoção e, ao mesmo tempo, levanta um alerta necessário. Afogamentos estão entre as principais causas de morte acidental na primeira infância. Em muitos casos, acontecem em ambientes domésticos, em situações rápidas e silenciosas. Bastam poucos minutos e poucos centímetros de água.
Diante de uma perda tão dolorosa, é fundamental tratar o tema com responsabilidade e cuidado. Não se trata de apontar culpados, mas de refletir sobre prevenção. Piscinas residenciais, mesmo em casas de família, exigem barreiras físicas, como cercas de proteção, capas rígidas e portões com trava. A supervisão constante de um adulto é indispensável, especialmente com crianças pequenas.
A tragédia também abre espaço para um debate mais amplo: até que ponto os condomínios e residenciais têm incentivado medidas de segurança? Campanhas de orientação são suficientes? Há fiscalização? O poder público poderia ampliar ações educativas voltadas à prevenção de acidentes domésticos?
É um assunto delicado, que envolve dor e luto. Mas falar sobre prevenção pode evitar que outras famílias passem pela mesma situação. Segurança infantil não é excesso de cuidado, é prioridade absoluta.























