Tom Aves – ROTA MT
O vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos) afirmou que a atual administração estadual adotou uma postura ativa na utilização da estrutura pública para transformar arrecadação em obras e serviços. Ao lado do governador Mauro Mendes (União Brasil), segundo ele, o foco tem sido tirar projetos do papel e atender demandas históricas da população.
Durante agenda no município de Guiratinga, Pivetta ressaltou que o governo estadual passou a priorizar áreas essenciais, como políticas sociais, educação, saúde, segurança e infraestrutura. Na avaliação do vice-governador, muitos desses avanços deveriam ter ocorrido em gestões anteriores, quando houve oportunidade de investimento, mas faltou decisão administrativa.
Ele destacou que a diferença do atual governo está na organização e na capacidade de gestão, o que permitiu ao Estado voltar a investir com recursos próprios. Para Pivetta, governar significa garantir que o dinheiro arrecadado retorne à sociedade em forma de benefícios concretos, como obras públicas e melhoria dos serviços.
Ao abordar a questão fiscal, o vice-governador lembrou que Mato Grosso hoje destina cerca de 18% da receita corrente líquida para investimentos, um patamar que, segundo ele, nunca havia sido alcançado anteriormente. Esse cenário, conforme explicou, só foi possível após um processo rigoroso de ajuste das contas públicas.
Pivetta recordou que, em 2019, a atual gestão assumiu o governo com um passivo financeiro de aproximadamente R$ 3,9 bilhões, além de uma série de compromissos pendentes. A reorganização administrativa e o controle dos gastos, afirmou, foram fundamentais para garantir equilíbrio financeiro e gerar capacidade de investimento.
Entre os resultados, o vice-governador citou avanços significativos na educação e na infraestrutura. Mato Grosso, que ocupava posições inferiores nos indicadores educacionais, passou a figurar entre os estados com melhor desempenho no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB). Já na malha viária, a previsão é de que mais de 7 mil quilômetros de rodovias asfaltadas sejam entregues até o fim do ano, volume superior a tudo o que foi realizado ao longo da história do Estado.
Para Pivetta, os números refletem uma mudança de postura do poder público. “O Estado está devolvendo à população aquilo que ela sempre teve direito”, reforçou, ao defender que arrecadar com responsabilidade e investir com eficiência deve ser uma regra permanente da administração pública.


























