Conforme o governo, a estimativa o projeto estima um orçamento superior a R$ 40 bilhões ao Poder Executivo para 2026, um montante cerca de 10% superior ao de 2025. A LOA foi aprovada com 13 emendas dos deputados, outras 4, votadas em destaque, foram rejeitadas pelos deputados.
Tramitação problemática
Em novembro, a peça deu início da tramitação com audiências públicas lideradas pela Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR) para análise de legalidade. À época, a ausência do secretário de Estado de Fazenda, Rogério Gallo, gerou embates e críticas do presidente da comissão, Eduardo Botelho (União).
No dia 3 de dezembro, a LOA foi aprovada em primeira votação. O projeto seguiu para a Comissão de Orçamento para o recebimento de emendas parlamentares.
Já em 17 de dezembro, a peça foi pautada para votação final. Mas, foi retirada de pauta pelo presidente da Casa, Max Russi (PSB)
Por fim, em 22 de dezembro, após novos acordos sobre a liberação de recursos de emendas não pagas chegando a média de R$ 256 milhões, a votação foi reagendada para fechar o ano legislativo.






















