Ele se refere à operação “Poço Sem Fundo”, deflagrada pela Delegacia de Combate à Corrupção (Deccor), que apura supostas fraudes em contratos de perfuração de poços entre 2020 e 2023.
Quem não deve, não teme investigação.
Wagner Ramos ressalta que assumiu o cargo apenas em 2023, quando o contrato investigado já estava em sua fase final de execução. Por isso, defende com veemência que seu nome seja excluído da lista de investigados. “Quem não deve, não teme investigação”, afirmou o ex-parlamentar.
O diretor administrativo da Metamat se disse favorável à atuação rápida dos órgãos competentes para esclarecer os fatos e punir os verdadeiros responsáveis, se houver.
Ele pretende convocar uma coletiva de imprensa nos próximos dias para prestar esclarecimentos à população, segundo Ramos, a verdade precisa prevalecer, e os inocentes não podem ser lançados ao descrédito por meras suspeitas.


























